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N Ã O D I S C I P L I N A R E S
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De acordo com o Decreto-lei 6/2001, de 18 de Janeiro, o Estudo
Acompanhado visa a “aquisição de competências que permitam a
apropriação pelos alunos de métodos de estudo e de trabalho e que
proporcionem o desenvolvimento de atitudes e de capacidades que favoreçam
uma cada vez maior autonomia na realização das aprendizagens”. Organização
Objectivos
Conteúdos
3º
Ciclo
Nota
Final
Partindo
do princípio que um programa como aquele que propusemos deverá
ter em conta o facto de se dirigir para um universo discente situado entre
o 5º e o 9º anos de escolaridade, os conteúdos acima mencionados devem
ser trabalhados de forma necessariamente diferenciada. Cada Conselho de
Turma deverá gerir estes conteú- dos, tomando decisões pedagógicas que
melhor se adeqúem aos seus alunos. Em simultâneo com as actividades
planeadas, este tempo curricular pode ser aproveita- do para aprofundar a
individualização do processo de ensino e aprendizagem. ÁREA
PROJECTO
De acordo com o Decreto-lei 6/2001, de 18 de Janeiro, a Área
Projecto visa a “concepção, realização e avaliação de um
projecto através da articulação de sabe- res de diversas áreas
curriculares em torno de problemas ou temas de pesquisa ou de
intervenção, de acordo com as necessidades e os interesses dos alunos”. Organização
Metodologia do Trabalho de Projecto
Etapas
Nota Final
A proposta de metodologia de trabalho apresentada deverá ter em
conta o facto de se destinar a um universo discente heterogéneo,
nomeadamente ao nível dos conhecimentos, interesses e expectativas. As
orientações deverão ser tomadas em consideração de forma
necessariamente diferenciada. FORMAÇÃO CÍVICA
De acordo com o Decreto-lei 6/2001, de 18 de Janeiro, a Formação
Cívica é “um espaço privilegiado para o desenvolvimento da
educação para a cidadania, visan- do o desenvolvimento da consciência
cívica dos alunos como elemento fundamen- tal no processo de formação de
cidadãos responsáveis, críticos, activos e interve- nientes, com recurso,
nomeadamente, ao intercâmbio de experiências vividas pe- los alunos e à
sua participação, individual e colectiva, na vida da turma, da escola e
da comunidade”.
Esta área constitui, assim, um espaço que privilegia a discussão
de valores e de atitudes, bem como o debate quer de problemas dos
alunos/turma, quer de temas propostos preferencialmente por eles.
Como estratégias/actividades a desenvolver nesta área não
disciplinar, o director de turma seleccionará as que considera mais
adequadas à realidade dos seus alunos, pelo que algumas das estratégias
sugeridas são apenas propostas de trabalho que o director de turma
utilizará ou reformulará de acordo com as preocupa- ções ou interesses
detectados:
Como metodologias a utilizar na organização destes debates
sugere-se:
Tendo em conta o facto de que a formação cívica visa
fundamentalmente a construção de competências sociais, a avaliação
incidirá no campo das atitudes e valores, resultando da observação
destas competências uma proposta de avaliação formativa descritiva,
apresentada pelo director de turma e completada com o contributo de todos
os professores do Conselho de Tuma.
1
Motivação – ao ser definida como uma dimensão
transversal dos projectos rela- cionados com a área de estudo
acompanhado implica que não se proponham activi- dades especificamente
vocacionadas para motivar os alunos a participar na sala de apoio ao
estudo, já que tal desejo passa, sobretudo, pelo modo como os
envolvemos nessas actividades, se estimula o seu sucesso e se
reconhece as suas potencialida- des. 2
Atenção e concentração – actividades sistemáticas para início
das sessões.
3
Ocasião para realizar uma primeira avaliação (processo e
conteúdo) e eventual reformulação de objectivos e estratégias
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